Dry Neres
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Dry Neres
domingo, 27 de dezembro de 2009
Dry Neres
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Dry Neres
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dry Neres
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Dry Neres
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Por: Carol Neres (Irmã minha *__*)
(Relato de uma menina de treze anos que enxerga com os olhos que o coração nos dá... Que ao invés de se preocupar com a cor do esmalte que vai usar, devota seu tempo e pensamento buscando soluções para sanar os problemas de uma sociedade já sedenta de cuidados. Ela, a menina, cansou de ser parasita... Quer ser quase enfermeira para cuidar desse povo quase cego com esse "verde" ou o "azul" ou o "vermelho" político que pintam ruas, calam vozes, matam famílias, levam a extinção a vida. - Carol Neres - Que segue os meus passos poéticos! - Meu orgulho!)
Nota de rodapé: Verde - a cor de slogan do prefeito de Cidade Ocidental - GO
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Dry Neres

Talvez ele o procure pela manhã, como um milhafre esfomeado implorando-lhe seus carinhos, os seus cuidados. Quem foi que disse que o amor não nos bate às portas? Vês?
Uma mistura de cores vestiu o meu globo ocular. Vês? Reconstrui a minha crença na eternidade do amor. Estava viva novamente. Na verdade, seguramente eu acabara de nascer. E como uma criança humilde e curiosa, eu me deixei ensaiar os primeiros passos. Desde então venho descobrindo o perfume da flor, o sabor da flor. E aquele sorriso moreno de cabelos longos encaracolados ou lisos, presos ou soltos... Ela é assim - Uma poesia transeunte externada em corpo de mulher. E o meu coração fica assim feito bobo... Até parece que eu amo. Vês? Amo sim!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Dry Neres

Um dia, eu prometo... Ainda te escrevo um livro, com o título dos nossos dias e a foto tua estampada na capa. Dedico-te nem que seja umas quarenta páginas. Faço um diário e um álbum nosso. Seria um anexo, uma extensão nossa. Talvez eu já tenha aqui comigo algum dois livros prontos para te ver sorrir.
O nosso amor é um sujeito assim simples... Ajeita-se num abraço em dia frio. Alimenta-se de beijos. Caminha de mãos dadas. Viaja pensando em você. Dizer da felicidade ainda é pouco para nomear nossos minutos. Falar em céu é pouco para dizer da paz que você me traz.
Não vês que estamos a viver um conto de fadas, aMor?
sábado, 10 de outubro de 2009
Dry Neres

Às vezes a gente pensa mesmo é se tudo está valendo a pena. E a gente se questiona sobre nossa passagem aqui nessa Terra. Onde tenho foco? Onde a minha literatura tem o poder me levar? E de me resgatar? Eu já não sei se tenho carne e ossos e alma. Talvez eu seja somente mais um manequim com o sonho de ser gente. As cores de um cenário ofuscado se apresentam cada vez mais perto de mim. E eu temo o fim de tudo - O meu fim. Tenho sonhos de porcelana que facilmente caem e quebram sempre que me levanto. Criei um personagem que é difícil de alimentar. O meu caráter, já um tanto sem nome, pele, sentidos. O meu caráter já...
Impérios de papel. Montanhas de poesia. E mares de nadas. Vazios. Descontentamento. Sempre que lia nas literaturas as vidas dessas gentes desconexas, sentia pena delas. E agora, tenho pena de mim? São sensações alcoólicas. É só uma saudade que não passa. São só caminhos que se formaram de acordo com minhas escolhas cegas. O meu país foi derrotado por um exército invisível, de inimigos invisíveis que eu mesma criei. O meu país já...
Uma multidão de seres se forma em mim. Verdade e invenção se misturam ininterruptamente. Meus olhos não reconhecem se é dia ou noite. Frio ou fogo. Tudo tanto faz. Tudo a tanto já não vai bem. Eu preciso abandonar os palcos - Os textos. Eu quero quebrar os óculos porque de nada têm me servido diante de olhos cansados de não enxergar o que já me é tão claro. Os meus olhos dormem, porque já têm vergonha de mim. Os meus olhos já...
Eu já pensei tanto em mudar de cidade. Viajar uns três mil quilômetros procurando um cantinho para descansar os meus ombros. Eu sei que a solução está aí. Eu preciso tanto me livrar de mim. Já pensei em queimar os diários. E de que me adianta? Essas letras infinitas já aprenderam a me seguir fora dos papéis. Irrigam minha corrente sanguínea e... Eu preciso tanto me livrar de mim. Eu já...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009
Dry Neres
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
É dor, é fogo, desejo, encanto, fascinação. Sentidos. É incessante, arrebatador. Problemático. " Contentamento descontente". Não é como a paixão que é chama que se não alimentada apaga, é como o próprio ar. Nos mantém vivos, nos embala. Inexplicavelmente o néctar da vida, sentido até mesmo que em algum dia, em meio a algum devaneio, seja maldito. Nos torna divinos na mesma proporção que nos torna humanos. Faz com que seja sentido cada pulsar, cada contração, de todos os órgãos que compõem o tão frágil corpo em que habita.
Damaris de Carvalho
terça-feira, 8 de setembro de 2009

quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Dry Neres

Hoje em dia anda tão fácil de matar o amor. Nesses tempos de esfriamento, o amor implora aos seus ouvintes que Lhe dêem moradia, abrigo, consolo. Eu, por mim mesma, fui acometida pelo então Amor (sujeito romântico, cheio de predicados e hipérboles) - para amar alguém loucamente - com toda a intensidade que me mora. Faz dez meses ou ainda trezentos e quatro dias ou ainda sete mil duzentas e noventa e seis horas em que eu aprendi a comprender o significado de muita coisa que antes me passara despercebido. Almoçar se transformou numa tarefa dupla pra mim. Dormir também. Escrever também, visto que não consigo me ver tão solta dela. Antes de comer algo, penso se ela já comeu também. Antes de descansar as pálpebras, velo o sono dela mesmo que em alguns quilômetros poucos distantes. Antes de escrever reúno toda a inspiração que os beijos dela me dão.
Entendi, desde então o verdadeiro significado de poesia, porque ela se fez por inteiro todas as minhas letras alfabéticas e a minha coesão e a minha coerência. Penso que não me cabe tanto amor. E por isso, derramo-me em frases para dizer da divindade humana que me mora - Ela, a dona dos meus ais! Se mal visto esse amor ainda se faz, diante da 'pequenura' do campo de visão de alguns - eu insisto em desenhar nos muros, braços, beijos, olhos o tamanho desse cuidado que devotamo-nos. Eu grito assim tão alto, não para causar espanto ou por rebeldia. Eu grito tão alto assim para derramar mais cor no mundo, porque não há amor no universo - 'mais aquarela' que este que mora no peito meu. Ah, como me é divertido rir dos seus risos largos. Como me é delicioso beijar os olhos enquanto dormes. Acariciar teus cabelos negros rosados. Abrigar meu corpo no teu, como a mão abriga a luva - ou vice e versa ou isso e tal.
Eu tenho encanto e ternura por tudo o que ela faz. Na verdade, não é segredo meu, que eu acho-a uma das mulheres mais lindas desta Terra inteira - (ela só não ganha o 'pódio', porque tem aquela que me gerou e pra ela ofereço todas as flores de todos os jardins e ainda, para a que é irmã minha - na verdade alma gêmea minha, minha criança e amor primeiro). Tenho em mim a loucura dos que amam. Da loucura mais sã que meu coração pôde provar, quero embriagar-me infinitamente. Infinitos são os seus beijos, amor! Infinitos são nossos abraços e risos exagerados! Desesperada é a minha respiração quando te encontra. Úmidas são as minhas mãos quando te alcançam.
Eu a amo de uma forma tão indescritível - Imensa. Faz dez meses que nossos lábios se acharam um n'outro, todavia meus olhos já te procuravam incessantemente. A minha poesia buscava os teus olhos de mar, desde que eu fiz o movimento de pisca-abre de pálpebras aqui nesta esfera denominada Terra. Eu já te desenhava antes mesmo de te ver, assim tão de perto. E nos meus sonhos de amor, suas mãos já me acariciavam. Eu ja te amava, antes mesmo de te conhecer.
domingo, 30 de agosto de 2009
Dry Neres
segunda-feira, 24 de agosto de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O amor me transmutou. Fui lançada a um país que nem mesmo consta no atlas. Tenho aprendido a me alimentar das cores infinitas e das nuanças várias que teu perfume me provoca. Sinto-me mais mulher, mais madura e cada vez, mais amada. Faço planos para o nosso amor. Muitas vezes em silêncio, faço planos de preparar o teu café da manhã e de ser teu cobertor à noite - durante a contagem de infinitas luas - durante o cálculo matemático de incontáveis segundos. Faço planos de ser tua enquanto o amor assim nos permitir. Recorto as impressões que teus lábios me causam e digito-as em minhas pálpebras. Exalo romantismo. Tenho em mim a cor exata do amor. Exalo paixão. São teus olhos nos meus. É teu corpo que me fascina. Permeia todos os esconderijos secretos dos meus pensamentos mais longínquos. Exalo romantismo. E desconheço toda a minha poesia. Tem sido cada vez mais difícil dizer de tal amor. Tem sido mais difícil expressar em linhas, frases, letras tanto sentimento, tanta verdade. Se o poeta é um fingidor... Abandono a minha carreira; abandono a minha vocação... Só sei falar de verdades... E a verdade é que eu te amo... E não sei mais dizer desse amor... Me basta o teu beijo... Ah, e aí eu navego, me perco...!
terça-feira, 28 de julho de 2009
Dry Neres

sexta-feira, 24 de julho de 2009
Dry Neres

segunda-feira, 20 de julho de 2009
Dry Neres
quinta-feira, 9 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009
Dry Neres
