terça-feira, 20 de maio de 2008

Sonho - Dry Neres


Eu penso que sou urgente demais... Queria um mar sem ondas, logo pediria um céu sem azul. E isso se tornaria algo ruim. Sou instável, outrora estável demais. Penso que não sei bem o que pensar. Penso que o meu agir me tem magoado. Minha rua tá sem calçada. Tudo bem, não quero me sentar. Quero, quero muito. Sentar no balanço dos meus sonhos. O velho balanço de corda sem cor que era azul! Quero pisar em terra firme! Não, não quero. Quero abraçar meu abraço. Sentir vontade de rir meu riso, do meu riso insano e divino... Das minhas caras, das almas, traçadas, tracejadas, disparadas... Atada! Presa pela liberdade de estar condicionada a ser livre!

Sopro! Era só um sonho...

2 comentários:

J. Araujo disse...

Estive aqui e claro, prefiro deixar meus rastro para que também possa ser encontardo. Adorei sua poesia.

Os sonhos, sempre nossos sonhos, estamos sempre sonhando com um mundo melhor. Somos sonhadores e os sonhos, como dizem, a partir do momento que sonhamos juntos tornam realidade.

Andei tanto em busca da felidade; camiminhei em várias direções perdido em pensamentos
Sem destino, vagando ao léu; Procurei a felidade nas nuvens, no horizonte, no mar e não encontrei-a. A felicidade que tanto procurei estava comigo...como pude ser tolo...
Jota

J. Araujo disse...

Estive aqui e claro, prefiro deixar meus rastro para que também possa ser encontardo. Adorei sua poesia.

Os sonhos, sempre nossos sonhos, estamos sempre sonhando com um mundo melhor. Somos sonhadores e os sonhos, como dizem, a partir do momento que sonhamos juntos tornam realidade.

Andei tanto em busca da felidade; camiminhei em várias direções perdido em pensamentos
Sem destino, vagando ao léu; Procurei a felidade nas nuvens, no horizonte, no mar e não encontrei-a. A felicidade que tanto procurei estava comigo...como pude ser tolo...
Jota