quinta-feira, 1 de maio de 2008

Flor de Lis - Dry Neres




Apesar do riso contido, teu formato é singelo. Um mistério! Uma perfeição!
E quando a Luz incomparável do Sol reflete em teus Mares?! Sim! Teus mares, teus olhos cor de mar, cor de vento, cor de sorriso, cor de vida! E essa tristeza que parece ser do tamanho de uma montanha que não consegue tirar o teu brilho interior?! E quando com essas mãos suaves e lisas e aveludadas tocam um objeto e ele subitamente se transforma numa rosa, flor...? Flor de Lis é teu codinome. E não é atoa. Tens um legado a seguir, tens uma estrada que a pintura de rochas esconde o tapete vermelho que te aguarda. Que graça teria se não fosse assim, não é mesmo?
Consegue trazer paz aos mortais. E te amar é a "tarefa" mais simples e mais árdua. "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"! E que medo de te magoar. E que ânsia de acertar. Irmã, amiga, anjo, mãe, filha, céu, terra, estrela, música... É incrível como a vida grita pra você! Ela te chama... Ela te implora... Uma guerreira. A chave para muitas portas. E na dança da vida, tua silhueta conseguiria modificar tua aflição! Aflição que não deve durar mais que um instante. Afinal, quando é que os pássaros deixarão de cantar? Muitos desejariam ter a inteligência de que és dotada. Poucos a possuem, mas você a contém! Deixa teus olhos sorrirem. Deixa teu corpo falar. Por que enquanto se tem vida, se tem a vida. Depois tudo vira hipótese. Deusa da caça e da serena luz, Ártemis. Fonte inesgotável da inspiração dos artistas. Ao passo, que tua pintura ainda ninguém soube esculpir.
És intraduzível e é isso que te torna tão bela; rainha dos bosques. Como a luz prateada da lua, percorre todos os recantos dos prados, montes e vales, sendo representada como uma infatigável caçadora. Ainda conta a lenda que és representada, como caçadora que é, vestida de túnica, calçada de coturno, trazendo aljava sobre a espádua, um arco na mão e um cão ao seu lado. Usa tua força. Levanta tua cabeça Ártemis. O que acha de travarmos juntas um combate contra as coisas que te afligem, me afligem, nos aflige?
Vamos Diana Romana! Só me sorri e saberei que entendeu...

2 comentários:

Rinnaldo Alves disse...

DRY,

Que fascínio há no vão do teu pensamento?
Que pensamento vagueia no calabouço do teu fascínio?
As palavras são teu açoite e tua cama
Te empurram para o abismo e para o paraíso
Te faz a mais linda pequena princesa que esse castelo já viu.
Sou plebeu sem palavra no teu reino .
Contemplo a beleza viva do teu mistério.
Silencio-me diante do que já é.
A vida não vale nada sem uma palavra
Para nos expulsar de nós.
Entre o teu fascínio e o teu pensamento, há...


Lindo blog...
Continue nos oferecendo esse maná!
Grande bj...

Anônimo disse...

Acredito nunca ter visto algo tão perfeito. Suas palavras emitem som, elas pulsam! Parabéns...