segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Quase Carolina
Dry Neres


Muito bem humorada, caminhava a menina
Caminhava a menina, assim malcriada
De nariz aduncado, ombros meio largos
Calça xadrez, camisa com cheiro de grama
Muito bem humorada, a Carolina
De humor não sabia falar
Mas lágrimas ela planejava pintar
Ah, Carolina... esses olhos podiam cantar
Dos pássaros é amiga
O céu deseja alcançar
Pula corda com os livros
Ah, Carolina... você sabe sorrir
Quase menina... Quase mulher... Quase Carolina...
Toca os sonhos feito bailarina... Ah, Carolina!

8 comentários:

Gerlane disse...

Um poema maroto e leve! Gostei, Dry!
Ando a sentir tua falta e tu, por onde tens andado, garota prodígio?


* Beijinhos e uma boa semana!

*** Cris *** disse...

Aiaia...Senti-me a Carolina...rs. Lindo!

KÁTIA CORRÊA DE CARLI disse...

Me deu uma saudade...
Da minha menina, quando era Quase Gabriela...
Fico feliz que minhas palavras tenham lhe feito algum bem. Pode contar comigo sempre,
Beijos

Gerlane disse...

Dry, boa sorte, querida!
Em breve, terei mais uma colega letranda na área. Beleza!

*Que tudo se resolva da melhor forma possível.

* Beijão!

Anderson Meireles disse...

Leve, parece uma dança sem pretensão...
Pequeno, bonito!
Gostei do estilo, vc me surpreende sempre,
abraço!

Paradoxos disse...

por isso ainda mais puro e genuino!


um beijão - ti - querida!

Erick Júlian de Medeiros Feitoza disse...

Carolina tinha uma vida de felicidades, onde seu grande principio era uma vida que só ela sabia guardar, Carolina sorria, Carolina pulava, Carolina acudia, a quem se amparava, Carolina tinha ternura, Carolina tinha amor, Carolina vivia, uma vida de amor :d


beeeeeijao :D

Poeta Mauro Rocha disse...

Belissímo!!!