quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Não vou falar sobre o Livro dos "ais"
Dry Neres



Queria agora mesmo, um lugar pra chorar baixinho.
Queria agora mesmo, suas mãos fingindo segurar as minhas.
Ai, como eu queria sua pele a me queimar o coração.
Vem e me salva no teu mundo de cor...

Seca meus rios a escorrer pela face.
Será você capaz de fazer tudo o que diz?
Será apenas ilusão?
Sei lá, sei não.

Silenciosamente, espero um teletransporte
Espero fuga do nada em que vivo
Espero silêncios que me invadam sem medo

Ai, eu já não caibo mais nesses espelhos.
Preciso refletir a imagem de alguém.
Preciso da imagem de alguém refletida em mim.

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Saudade de tudo. Saudade do tempo de correr e brincar. Saudade do que não pude fazer. Saudade dos beijos que quis dar. Saudade do que eu podia fazer. Mas o céu se move, o sol assume personagem novo, e eu, me permito ser de fases tal como é a doce lua. Tal como é o sorriso seu que hora me vem, hora desaparece em silêncio e som.

4 comentários:

Anderson Meireles disse...

"Mas o céu se move, o sol assume personagem novo, e eu, me permito ser de fases tal como é a doce lua."

Coisas que me acalmam,
obrigado,
abraço!

Poeta Mauro Rocha disse...

Saudade não tem idade Lua doce....

Bjs

Gerlane disse...

Ihhh! Querida Dry, nossas necessidades, neste momento, são idênticas. Também estou querendo tudo isso, precisando disso!

*Beijos, querida!

mundo azul disse...

Bonitos os seus versos!!!

Seu post está perfeito... Gostei demais!


Beijos de luz e o meu carinho!!!